Dra. Silvia Helena Cardoso e Dr. Renato M.E.
Sabbatini A Função dos Órgãos Doados Coração.Para substituição completa do coração. Válvulascardíacas. Para substituir válvulas defeituosas. Pulmões.Para substituição completa dos pulmões. Em casos de câncer ou deficiência pulmonar. Rins. Para substituição completa de um dos rins. Fígado. Para substituição completa ou parcial do fígado. Em casos de cirrose hepática ou outras doenças do fígado. Medula óssea.Para restauração das funções de formação de glóbulos brancos do sangue e sistema imunológico celular. Usada em pessoas com leucemia, displasias sanguíneas e doenças do sistema imune. Pâncreas.Para substituição completa ou parcial do pâncreas.Também pode ser realizado somente o transplante das ilhotas de Langerhans que sintetizam a insulina, em caso de Diabetes grave. Córneas.Utilizadas em casos de cegueira ou deficiência visual. Pele.Para cirurgia reconstrutiva em casos de queimaduras graves. Dura mater.Para fazer reparos nos tecidos que revestem o cérebro e a medula espinhal. Ossos doouvido interno. Para restauração da audição. Cartilagemcostal. Para cirurgia reconstrutiva. Crista ilíaca. Feita em vários blocos, pode ser usada para fusão espinhal. Cabeçado fêmur. Usada para substituição (prótese) do quadril. Tendãoda patela. Para fazer reparos em joelhos lesados. Pele.Para salvar a vida de um indivíduo severamente queimado. Ossos longos. Húmero, fêmur e tíbia podem servir como uma substituição parcial ou completa para pacientes com câncer. Estes ossos podem também serem seccionados em pequenos pedaços para preencher defeitos dos ossos, beneficiando então muitos receptores. Fascia lata. Este tecido cobre o músculo da coxa e pode ser usado para reparar outros órgãos. Silvia Helena Cardoso, PhD, é doutorada em Psicobiologia pela USP e pós-doutorada pela Universidade da Califórnia em Los Angeles. É pesquisadora associada do Núcleo de Informática Biomédica da UNICAMP e colaboradora da revista "Saúde e Vida On Line" e editora chefe da revista Cérebro & Mente. Renato M.E. Sabbatini, PhD, é doutorado em fisiologia pela USP e pós-doutorado pelo Instituto Max Planck de Psiquiatria, Munique. É pesquisador e diretor do Núcleo de Informática Biomédica da UNICAMP, colaborador das revistas "Saúde e Vida On Line" e Cérebro & Mente, e do jornal "Correio Popular"
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